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Cisco Cloud Security: Mobilidade com Segurança

Galera,

Para quem curte tecnologias de DataCenter e CloudComputing, segue a dica de evento online e gratuito promovido pela Cisco. Esse evento acontecerá na próxima quinta-feira (08/11) às 15h. Segue descrição do evento:

"A Solução Cisco Cloud Web Security, suportada e atualizada em tempo real pelo Cisco Security Intelligence Operations (SIO), provê controle e proteção excepcionais contra ameaças para organizações de todos os tamanhos – entregue como um serviço na nuvem (SaaS) e levando segurança web para usuarios móveis, tablets e smart phones. Funciona Integrado diretamente com o Firewall ASA e os Roteadores ISR G2 para que o usuario navegue com segurança de forma transparente. Participe deste Quint@s Quinze e conheça as vantagens desta solução. Alexandre Lessa - Gerente de Desenvolvimento de Negócios da Cisco para a Arquitetura Borderless Networks. Engenheiro Eletricista Modalidade Telecomunicações pela UGF-RJ, Pós Graduado em Gestão de Negócios pelo IBMEC-RJ. Responsável pelo mercado de Roteadores, Switches, Wireless e Segurança na Cisco Brasil. Tem 25 anos de experiência no setor de TI e Telecom, trabalhando em Manutenção, Implementação, Suporte, Engenharia, Pré-Vendas e Desenvolvimento de Mercado. Está na Cisco desde 2000, antes colaborou nas empresas Vesper e Unisys."

Link do evento.
Espero que gostem.

Abraço a todos!

CISCO GUIA DE ESTUDOS - MODELO DE REFERÊNCIA OSI - APLICAÇÃO [PARTE2]

Camada de Aplicação - Interação com usuário.

Bem, vamos começar a falar da camada de APLICAÇÂO (Aplication Layer). Ela é a camada de nº 7 da pilha de protocolos (é muito importante saber à ordem das camadas, pois em muitos lugares elas são referenciadas pelo numero/nível) e é responsável pela interação com o usuário. Podemos exemplificar como serviço e aplicação desta camada servidor web e navegadores, respectivamente.

Particularmente, gosto de discutir neste tópico os paradigmas atuais envolvendo cliente-servidor; abaixo vou dividi-los em tópicos:

1. Cliente – Servidor: nesta arquitetura, nós temos um nó central que está apto a atender requisições dos serviços por ele prestados. Este modelo gera uma dependência entre clientes e o servidor, criando assim um ponto de falha, o próprio servidor, uma vez que ele pare, por qualquer motivo, o serviço é retirado imediatamente da rede. É preciso entender que apesar destas desvantagens este modelo é relativamente fácil de ser administrado, concedendo maior controle ao administrador da rede sobre os recursos ofertados e os acessos realizados a estes. Exemplo: Servidor Web – Browser (Firefox), onde o browser faz requisições ao servidor que as responde, nunca acontecendo o inverso.

2. Peer-to-Peer (P2P): esta arquitetura, por sua vez, possui uma estrutura distribuída, ou seja, descentralizada; onde o cliente se torna servidor quando requisitado e servidor se torna cliente quando faz uma requisição. É extremamente difícil de administrar, uma vez que não se tem acesso a todos os nós da rede, podendo, assim, um nó se desconectar sem aviso ou autorização do administrador, o que deixa um arquivo ou serviço com sua disponibilidade comprometida.

3. Híbrido : O modelo que realmente é utilizado quando se fala de Peer-to-Peer. Ele é equivalente ao P2P, apresentado acima, acrescentado apenas de um servidor de status/busca e uma peculiaridade. Neste servidor, ficam contidas informações dos nós conectados, arquivos, serviços ativos no momento. O grande diferencial deste modelo é a distribuição de carga - uma vez que o modelo é distribuído, dividindo as requisições para diferentes nós - e um sensível aumento no controle da rede em relação ao modelo anteriormente apresentado (o servidor pode filtrar e indicar recursos disponíveis na rede). Exemplo: MSN. Quando você “starta” o aplicativo, ele se conecta ao servidor onde busca informações de seus contatos para saber quais estão disponíveis (modelo cliente-servidor) e, após o inicio do bate-papo, nós temos um contato ponta a ponta (modelo P2P).

A camada de aplicação não se resume apenas a como é disponibilizado e acessado os recursos, mas existem características que são relevantes a casos particulares e que serão abordadas com o andar dos estudos. Por agora, é preciso ter os conceitos apresentados acima de maneira clara. Vamos continuar com as apresentações das camadas do modelo OSI e, à medida que formos conhecendo cada camada, serão apresentadas as interações entre elas.

Ronney de Paula da S.

Tel:(27)9243-7752 - Claro / ronneyps@hotmail.com / ronney.serafim@gmail.com /

CISCO – GUIA DE ESTUDO – MODELO DE REFERÊNCIA OSI [PARTE 1]






Histórico e Motivação

Para que criar um modelo?

Bem para responder esta pergunta é preciso entender o contexto histórico em que ela foi apresentada. Em meados da década de 70 existiam diferentes fabricantes de equipamentos, o problema é que cada um destes tinha sua própria maneira de fazer a comunicação entre seus equipamentos, cada um deles desenvolvia seus próprios protocolos e os mantinham em sigilo. Esta situação criava uma dependência entre as empresas fornecedoras e seus clientes e muitas das vezes isto se tornava um grande problema; como por exemplo: Se uma empresa X optasse por um solução IBM (International Business Machines), uma empresa Y por uma solução DEC (Digital Equipment Corp., hoje HP) e posteriormente a empresa Y comprasse a X teria que levar em consideração o gasto com toda reestruturação da rede X uma vez que soluções IBM não se intercomunicava com as da DEC.

Problema apresentado, então qual a solução? Para respondermos esta pergunta precisamos contemplar outro tema revolucionário, os padrões abertos. A definição do que vem a ser um padrão aberto de acordo com UNIÃO EUROPÉIA é:

  1. O padrão foi adotado e será mantido por uma organização sem fins lucrativos, e seu desenvolvimento contínuo irá ocorrer com base em um processo de tomada de decisão aberto e acessível a todas as partes interessadas (através de consenso ou decisão por maioria, etc.).
  2. A norma foi publicada e seu documento de especificação está disponível gratuitamente, ou através de uma taxa simbólica. Deve ser permitido a todos copiar, distribuir e utilizá-la gratuitamente ou a uma taxa simbólica.
  3. A propriedade intelectual, ou seja, patentes eventualmente presentes - do padrão (ou de partes dele) está disponível irrevogavelmente através de uma base livre de royalties.
  4. Não há restrições sobre a reutilização do padrão.

Entendendo o que significa o termo “Padrão Aberto”, fica fácil formular uma resposta para nossa pergunta, uma vez que fabricantes sigam um padrão aberto os componentes estarão aptos a se comunicar e trabalhar de forma cooperativa para o funcionamento da rede e para isso a ISO (International Organization for Standardization) começou a desenvolver a pilha de protocolos do modelo de referência OSI (Open Systems Interconnection).

De que forma o modelo soluciona o problema apresentado?

O modelo OSI é um modelo de referência, ou seja, ele define de que forma dados gerados por uma aplicação em uma determinada máquina devem ser transmitidos através de um meio específico para uma aplicação em outra máquina [Marco A. Felippetti, pg 39].

O modelo propôs uma padronização em como estes dados seriam transmitidos independentes do fabricante, entende-se assim que qualquer equipamento de rede fabricado com base no parâmetro de referência OSI estaria apto a se comunicar com outro fabricado dentro dos mesmos princípios. Sendo assim o exemplo acima teria uma solução simples caso tanto equipamentos da IBM quanto os da DEC fossem fabricados de acordo com o modelo OSI eles seriam capazes de se comunicar.

Modelo OSI

O modelo OSI é dividido em camadas sendo cada uma delas responsável por “uma” das tarefas para prover a comunicação entre dispositivos. Existe no modelo sete camadas, são elas:

  1. Aplicação (Application Layer) – Provê a Interface com usuário.
  2. Apresentação (Presentation Layer) – Trata da semântica, compressão/descompressão, criptografia e tradução dos dados.
  3. Sessão (Session layer) – Gerencia o “diálogo” entre as portas lógicas e mantém a separação dos dados de diferentes aplicações.
  4. Transporte (Transport Layer) – Provê a comunicação confiável (ou não) e executa checagem de erros antes da retransmissão dos segmentos.
  5. Rede (Network Layer) – Define e gerencia o endereçamento lógico da rede (ex. IP).
  6. Enlace (Data-Link Layer) – Acomoda os pacotes em “quadros” através do processo de encapsulamento. Detecta erros, porém não os corrige.
  7. Fisica (Physical Layer) – Responsável pela movimentação dos bits entre as pontas e pelas definição das interfaces, especificações elétricas e de pinagem dos cabos.


Nos próximos posts vou falar de cada camada individualmente e detalhadamente. Pessoal, gostaria de lembrar que conhecer bem o modelo OSI e TCP/IP não é um diferencial para os profissionais da área e sim um pré-requisito. Este conhecimento é FUNDAMENTAL para a certificação da CISCO, por isso passaremos um bom tempo nessas duas pilhas de protocolos.


Ronney de Paula da S.

Tel: (27)9243-7752 - Claro / ronneyps@hotmail.com / ronney.serafim@gmail.com /

CISCO – GUIA DE ESTUDOS – MATERIAL DE ESTUDO



Pessoal, hoje vou postar o material que utilizarei como referência para nosso guia de estudo. Segue abaixo:

1 - CCNA 4.1 Guia Completo de Estudo, Marco Aurélio Felippetti

Este livro é genuinamente brasileiro e considerado um dos melhores guias de preparação para o CCNA. Será nosso livro de referência.

2 - Cisco CCNA. Guia de Certificação do Exame CCNA, Wendell Odom. Alta Books

O guia oficial da Cisco para o exame servirá de apoio para buscarmos aprofundamento em determinados temas.

3 - Mauricio Bento Ghem http://www.bentow.com.br/
 
Usaremos este blog apesar de não ser tão divulgado quanto o já conhecido http://blog.ccna.com.br/. Ele traz tópicos interessantes para o nosso preparo, além de podermos ter contato direto com o autor Mauricio B.G. para tirarmos dúvidas (já certificado CCNA).

4 - HD do blog do Mauricio B.G. http://www.4shared.com/dir/12780154/8dee2034/sharing.html

No HD, vamos encontrar o simulador Packet Tracer 5.1 software que será muito importante para testarmos e concretizarmos conceitos adquiridos com os estudos.

5- Post do Blog Bentow, .http://www.bentow.com.br/2009/03/23/instalacao-do-gns3-dynamips-dynagen-gui/,
 
Encontraremos neste post o tutorial para instalação do emulador Dynamips que também usaremos para ambientarmos os estudos.

6 - http://blog.ccna.com.br/
 
Blog referência para brasileiros que estão se preparando para certificação. Possui muito material interessante e pode se tornar um ponto para buscar experiência com aqueles que já se certificaram.
 
Ronney de Paula da S.

Tel: 92437752 - Claro / ronneyps@hotmail.com / ronney.serafim@gmail.com

CISCO - GUIA DE ESTUDOS - APRESENTAÇÃO

Quem sou?

Bem, meu nome é Ronney de Paula da S., sou estudante de Tecnologia em Redes de Computadores do IFES e Técnico em Informática também pelo IFES. Atualmente, trabalho com telefonia VoIP no setor Técnico da Diskavontade e participo do desenvolvimento de um sistema WEB para gerenciamento e apoio a decisões da coordenadoria de informática do IFES; projeto este desenvolvido pela Conecta Jr (Empresa Junior de consultoria).

Qual meu projeto no grupo Beagle Network?

Trabalharei com um guia de estudo para certificação CCNA (Cisco Certified Network Associate). Quando falo isto, a primeira pergunta é: “ Mais um?” Sim! A diferença é o que eu quero com este guia. Pretendo com ele desenvolver um grupo de estudos, ou seja, criar um ponto de referência para alunos que estejam se preparando para o exame da CISCO, o CCNA. Aqui será um ponto importante para tirarmos dúvidas e debatermos tópicos referentes ao exame.

Algo mais?

Sim. Hoje sou um entusiasta da telefonia VoIP e estarei trabalhando para trazer novidades sobre a tecnologia. Além disso, ajudarei o grupo Beagle Network em outros projetos.

Agradecimentos...

Queria, neste primeiro post, agradecer a oportunidade de participar do grupo ao Adriano Vieira, pois foi ele que me apresentou ao Wancleber Vieira o qual posteriormente me incluiu no Beagle Network. Estarei trabalhando para que este projeto seja referência e atinja os objetivos já traçados pelo grupo.


Ronney de Paula da S.

Tel: 27-92437752 - Claro / ronneyps@hotmail.com / ronney.serafim@gmail.com /

Correção de segurança na rede une gigantes da Informática

Uma falha de segurança na Internet relacionada ao DNS foi descoberta há cerca de 6 meses. Essa falha permitiria redirecionamento de páginas, sendo perfeita para a prática de "'Pishing". A descoberta do especialista em segurança Dan Kaminsk, da IO Active, reuniu em Março último a Microsoft, a CISCO e a Sun Microsystems, com cerca de 16 pesquisadores no campus de Redmond em busca de uma solução. E ela acaba de sair!
Kaminsk criou uma página, http://www.doxpara.com/ , onde as pessoas podem descobrir se seus computadores possuem a vulnerabilidade.
Na terça-feira, a Microsoft disponibilizou a correção em um pacote de atualização do Windows.
Como o "patch" está sendo mantido sob rigoroso segredo, os pesquisadores afirmam que hackers não têm acesso aos detalhes técnicos.

Abraços =)

 
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