Concurso Universitário de Empreendedorismo

Disse Albert Einstein: "A imaginação é mais importante que o conhecimento."

Você já se viu tendo idéias interessantes e que, possivelmente, renderiam um excelente negócio? Tem idéias novas e pensa em conferir sua viabilidade com quem realmente entende do assunto?

Então seja bem vindo ao 5º Concurso Uniempreendedor 2009, que apoia alunos interessados na criação de negócios inovadores.

estão abertas as inscrições para alunos em geral, no que tange o desenvolvimento de produtos correlatados, principalmente, com as seguintes áreas:
  • Instrumentação;
  • Telecomunicações;
  • Automação;
  • Eletrônica;
  • Mecaoptoeletrônica;
  • Microeletrônica;
  • Informática (hardware e software); e
  • Mecânica de Precisão.

  • Até 3 projetos, advindos de cada uma das Instituições conveniadas ao GeneVIX (IFES, UFES, UCL, UVV, FAESA, entre outras), serão aceitos e, destes, os que apresentarem as melhores oportunidades empresariais receberão os seguintes prêmios:
    1. Serviço de suporte à geração do Plano de Negócios para os 2 projetos melhor classificados;

    2. Participação de 1 representante de cada um dos 5 projetos melhor classificados em Eventos e/ou Visitações envolvendo inovação e/ou empreendedorismo em São Paulo;

    3. Curso EVTE para 1 representante de cada projeto finalista, na Sede da TecVitória;

    4. Reunião-almoço individual com potenciais investidores para os 2 projetos melhor classificados.
    Confira o edital no link www.tecvitoria.com.br .

    Não deixe de conferir...

    Abraço a todos

    Nova falha ameaça Vista e Windows 7

    Um pesquisador identificou uma nova falha que pode colocar em risco todas as organizações que usam as distribuições Windows Vista e 7, da Microsoft.

    A falha baseia-se em um driver utilizado pelas funções de compartilhamento do Samba, de acordo com Bojan Zdrnja, um pesquisador do SANS Internet Storm Center. O código do Exploit foi liberado por volta das 11:00 hrs da manhã de ontém (08/09/2009), disse ele.

    Zdrnja disse que testou o código do Exploit e que ele trabalha em versões atualizadas do Vista rodando Service Pack 1 ou 2, bem como no Windows 7. Isso também pode afetar o Windows Server 2008. Quando obtem sucesso, o Exploit causa "queda" no sistema, fazendo-o parar.

    "Você tem, então, a tela azul da morte", disse Zdrnja.

    Pesquisadores não sabem ainda se a falha é remotamente explorada, disse Zdrnja. Só um pacote malicioso é necessário para parar a máquina. A maior parte dos computadores em uma rede externa tem aberta a porta 445, que é usada para compartilhamento de arquivos.

    Isso é muito perigoso, uma vez que um hacker tenha acesso a um computador na rede, seria possivel derrubar todas as outras máquinas, disse Zdrnja. Os administradores precisam desabilitar acesso a porta 445.

    Usuarios domésticos, normalmente, também mantém esta porta aberta, disse Zdrnja. Mas para usuários que entram em uma rede Wi-Fi publica o Windows perguntará se a rede em questão realmente é publica, e em caso positivo, bloqueará automaticamente a porta 445.

    Um módulo para o Exploit já foi criado para Metasploit, um grupo de ferramentas hacker usadas para atacar PCs, disse Zdrnja.

    A Microsoft liberou seus cinco novos patches, todos eles foram taxados como "Critical" (o maior "level" dentre todas as taxas de ameaças para softwares Microsoft).

    "Isto é realmente sério", disse Zdrnja. "Isso pode, potencialmente, afetar um grande número de máquinas".

    O SANS Internet Storm Center publicou uma curta nota sobre a falha. A Microsoft ainda não fez um comentario imediato sobre o assunto, mas disse que está investigando.


    Abraço a todos.

    ============================

    Tradução Livre de artigo:
    New flaw could hit Vista and Windows 7

    Do site:
    http://news.techworld.com/

    Desempenho do Ifes no ENADE 2008

    Nesta semana foi divulgado o resultado do ENADE 2008. O Instituto Federal do Espírito Santo conseguiu um resultado muito bom, mais uma vez. Foram avaliados 16 cursos e obtemos conceito 4, numa escala de 5, com 308 pontos.

    Individualmente, gostariamos de destacar aqui o curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas que ficou em 19º lugar com 267 pontos e conceito 4. E, principalmente, o curso de Redes de Computadores que ficou em 2º lugar com 342 pontos e conceito 5.

    Mais informações sobre o resultado do ENADE você pode obter aqui.

    Parabéns para os alunos e para os educadores por este excelente resultado.

    Introdução aos Sistemas de Detecção de Intrusos


    Vivemos em um mundo cada dia mais conectado. Redes de computadores se entrelaçam formando caminhos sem fronteiras. Um mundo onde as organizações, se não são completamente virtuais, dependem diretamente de sua infraestrutura de rede para sobreviver e evoluir. Logo, vivemos em um mundo onde a "saúde" de uma organização, ou seja, sua segurança e confiabilidade no mercado dependem diretamente de quão funcional e segura é sua rede.

    Um
    Sistema de Detecção de Intrusos, conhecido como IDS (Intrusion Detection System), é um software capaz de detectar atividades suspeitas na rede, tomando decisões dependendo de como foi configurado para tomá-las. Então, na integra, como funcionam esses valiosos "aliados" das organizações e suas redes na luta contra o mal (hackers, vírus, etc)?

    Basicamente, existem duas linhas de IDS:

    • NIDS (Network Intrusion Detection System): Trabalham na detecção de intrusos na rede, sendo, usualmente, dispostos em pontos estratégicos, monitorando assim todo o tráfego de entrada e saída de dados. Embora sejam cruciais, deve-se ter como premissa que seu uso pode diminuir a velocidade da rede.
    • HIDS (Host-based Intrusion Detection System): Trabalham em hosts individuais, bem como em equipamentos na rede. Um HIDS monitora o tráfego do dispositivo o qual ele está instalado, alertando o usuário caso encontre situações suspeitas.
    Normalmente, um software de detecção de intrusos vem pronto para trabalhar de uma forma padrão, podendo ser configurado para detectar, julgar e alertar a ocorrência de anomalias na rede dependendo de seu tipo. Abaixo, estão alguns tipos de IDS e como eles se comportam:

    • Baseados na Assinatura (Signature Based): Todo pacote na rede possui atributos próprios, os quais chamamos de assinatura ( tudo que identifica um pacote específico ). Um IDS que trabalhe sobre Assinaturas irá monitorar pacotes e compará-los com uma base de dados de Assinaturas conhecidas de software malicioso. O maior problema, porém, está na velocidade em que novas ameaças aparecem e o tempo em que são descobertas e suas Assinaturas aplicadas a uma base de dados ou seja, os bandidos, a medida do possível, estão sempre um passo a frente dos mocinhos.
    • Baseados em Anomalias (Anomaly Based): As Redes de Computadores de uma organização, usualmente, trabalham de forma conhecida. Tendo como base como sua rede trabalha, o Administrador pode, então, configurar o IDS para trabalhar com base em suas detecções de diferenças ( anomalias ) nos padrões pré-definidos para a rede em questão. Por exemplo: Se uma rede, que normalmente possui somente tráfego conhecido, começa a receber pedidos de conexão em portas diferentes das portas usuais, ou ainda, que passa a trabalhar excessivamente com protocolos que antes eram pouco usados, como protocolos de reconhecimento de rede, então o IDS começará a tomar ações simples sobre estas anomalias.
    • IDS Passivo (Passive IDS): Simplesmente detecta e alerta quando tráfego malicioso ou suspeito é detectado.
    • IDS Reativo (Reactive IDS ou "IDS Norris"): Não somente detecta e alerta o adminstrador em casos suspeitos no tráfego de informações na rede, como também toma ações pré-definidas e, se necessário, de alta complexidade, para reagir contra a ameaça. Normalmente, isso significa bloquear qualquer tráfego adicional que venha do endereço IP detectado. Porém, as vezes, hackers podem usar um endereço conhecido da rede, devido a uma máquina da rede já estar infectada com algum exploit ou coisa parecida, logo, outras reações podem ser tomadas, como: impedir conexões em novas portas para tal endereço IP, impedir certos protocolos para tal endereço IP ou até mesmo transferir todo o tráfego do endereço em questão para outra máquina, que fará o papel de reconhecer e guardar logs das ações do hacker em questão... Tais máquinas são usualmente chamadas de Honney Pots.

    Um IDS pode ser de grande ajuda na segurança de sua rede. Porém, como visto acima, para garantir segurança sem detrimento da velocidade e confiabilidade da rede, faz-se necessária uma configuração inicial das ferramentas antes de colocá-las a prova.

    Abraço a todos.

    Creative Commons License
    Introdução aos Sistemas de Detecção de Intrusos by Adriano Vieira is licensed under a Creative Commons Atribuição-Uso Não-Comercial-Compartilhamento pela mesma Licença 2.5 Brasil License.

    [EVENTOS]LATINOWARE


    Bem pessoal o próximo passo dos CEFETIANOS(ainda não encontramos nenhum termo que se identifique com o novo nome da instituição IFES) é o LATINOWARE ....

    "Em outubro, Foz do Iguaçu será, mais uma vez, a sede da Conferência Latino-Americana de Software Livre – Latinoware 2009. Cerca de 4 mil pessoas, entre estudantes, profissionais e especialistas da áreas, são esperadas para a sexta edição do evento, que será realizada entre os dias 22 e 24 de outubro, no Parque Tecnológico Itaipu (PTI), localizado na Usina Hidrelétrica de Itaipu."

    Assim anuncia o site oficial do evento .... mais uma oportunidade interessante para estudantes e profissionais da área trocarem informações. Os alunos do IFES provavelmente estarão marcando presença no evento com uma caravana.

    Estarei esperando vocês no LATINOWARE 2009 !!!!

    [DICA] Ouvindo Rádio WEB com Ubuntu 9.04


    Bem pessoal só passando para deixar uma dica simples de como ouvir rádios que usam os plugins da microsoft® windows media services. Basta digitar o comando direto no terminal(permissões SUDO):

    sudo apt-get install vlc mozilla-plugin-vlc

    Após concluída a instalção reinicie o firefox e corra para o abraço.

    Até a próxima...

    CISCO GUIA DE ESTUDOS - MODELO DE REFERÊNCIA OSI - APLICAÇÃO [PARTE2]

    Camada de Aplicação - Interação com usuário.

    Bem, vamos começar a falar da camada de APLICAÇÂO (Aplication Layer). Ela é a camada de nº 7 da pilha de protocolos (é muito importante saber à ordem das camadas, pois em muitos lugares elas são referenciadas pelo numero/nível) e é responsável pela interação com o usuário. Podemos exemplificar como serviço e aplicação desta camada servidor web e navegadores, respectivamente.

    Particularmente, gosto de discutir neste tópico os paradigmas atuais envolvendo cliente-servidor; abaixo vou dividi-los em tópicos:

    1. Cliente – Servidor: nesta arquitetura, nós temos um nó central que está apto a atender requisições dos serviços por ele prestados. Este modelo gera uma dependência entre clientes e o servidor, criando assim um ponto de falha, o próprio servidor, uma vez que ele pare, por qualquer motivo, o serviço é retirado imediatamente da rede. É preciso entender que apesar destas desvantagens este modelo é relativamente fácil de ser administrado, concedendo maior controle ao administrador da rede sobre os recursos ofertados e os acessos realizados a estes. Exemplo: Servidor Web – Browser (Firefox), onde o browser faz requisições ao servidor que as responde, nunca acontecendo o inverso.

    2. Peer-to-Peer (P2P): esta arquitetura, por sua vez, possui uma estrutura distribuída, ou seja, descentralizada; onde o cliente se torna servidor quando requisitado e servidor se torna cliente quando faz uma requisição. É extremamente difícil de administrar, uma vez que não se tem acesso a todos os nós da rede, podendo, assim, um nó se desconectar sem aviso ou autorização do administrador, o que deixa um arquivo ou serviço com sua disponibilidade comprometida.

    3. Híbrido : O modelo que realmente é utilizado quando se fala de Peer-to-Peer. Ele é equivalente ao P2P, apresentado acima, acrescentado apenas de um servidor de status/busca e uma peculiaridade. Neste servidor, ficam contidas informações dos nós conectados, arquivos, serviços ativos no momento. O grande diferencial deste modelo é a distribuição de carga - uma vez que o modelo é distribuído, dividindo as requisições para diferentes nós - e um sensível aumento no controle da rede em relação ao modelo anteriormente apresentado (o servidor pode filtrar e indicar recursos disponíveis na rede). Exemplo: MSN. Quando você “starta” o aplicativo, ele se conecta ao servidor onde busca informações de seus contatos para saber quais estão disponíveis (modelo cliente-servidor) e, após o inicio do bate-papo, nós temos um contato ponta a ponta (modelo P2P).

    A camada de aplicação não se resume apenas a como é disponibilizado e acessado os recursos, mas existem características que são relevantes a casos particulares e que serão abordadas com o andar dos estudos. Por agora, é preciso ter os conceitos apresentados acima de maneira clara. Vamos continuar com as apresentações das camadas do modelo OSI e, à medida que formos conhecendo cada camada, serão apresentadas as interações entre elas.

    Ronney de Paula da S.

    Tel:(27)9243-7752 - Claro / ronneyps@hotmail.com / ronney.serafim@gmail.com /

    Certificação Linux LPI - Guia de Estudos + Simulado

    Olá amigos,

    estão se preparando para certificações LPI (101 e/ou 102)?

    Se SIM então nada melhor do que ter um bom guia de estudos, fazer um simulado destas certificações e de quebra saber seus pontos fracos e fortes...

    tudo isso você encontra nesse site: www.certificacaolinux.com.br

    Simulado LPI (101 e/ou 102): Simulados PLI

    Guia de Estudos para LPI: Guia de Estudos LPI


    Abraço a todos.

    Entenda um pouco sobre o IPv6

    O CGI.br e o NIC.br, desenvolveram um curso online para estudantes, profissionais e pessoas interessadas a aprenderem, entre outras coisas, o que é o IPv6, qual o motivo da sua criação, questões de segurança do IPv6 e como se dará a transição entre o IPv4 e o IPv6.

    Para fazer o curso acesse: http://curso.ipv6.br

    Um abraço

    Encontrando Software grátis

    Quantas vezes você precisou daquele programa, mas não o tinha pois era um software pago, muitas vezes muito caro, e acabou não fazendo determinado trabalho? Inúmeras vezes, não é?

    Navegando pela Internet, achei o site Open Source as Alternative que apresenta uma quantidade enorme de correspondências entre software pagos e grátis.

    Teste e depois dê sua opinião.


    Abraço a todos.

    Conexão MySQL + PHP

    Neste post vamos mostrar como é simples fazer acesso a banco utilizando o PHP.

    Primeiro vamos criar o nosso banco e acrescentar alguns valores para teste:

    Criando tabela:
    CREATE TABLE `alunos` (
    `id_aluno` INT NOT NULL AUTO_INCREMENT PRIMARY KEY ,
    `nome_aluno` VARCHAR( 40 ) NOT NULL ,
    `idade_aluno` TINYINT NOT NULL ,
    `curso_aluno` VARCHAR( 40 ) NOT NULL
    );

    Inserindo valores:
    INSERT INTO alunos (nome_aluno, idade_aluno, curso_aluno) VALUES
    ('Douglas Nascimento', 23, 'Redes de Computadores'),
    ('José Mário', 45, 'Análise de Sistemas'),
    ('Adriano Vieira', 24, 'Redes de Computadores'),
    ('Angélica Davel', 18, 'Análise de Sistemas');

    Vamos criar um arquivo para testar a conexão com o banco de dados e executar um comando SQL de busca. Nosso código é o seguinte:
     1 <?php
    2 //conecta e seleciona banco de dados
    3 $conexao=mysql_connect("localhost", "root", "") or die("Conexão falhou");
    4 mysql_select_db("bancoteste",$conexao) or die("Erro selecionando banco");
    5
    6 //comando SQL
    7 $sql = 'SELECT * FROM alunos';
    8
    9 //executando comando SQL
    10 $resultado = mysql_query($sql, $conexao);
    11
    12 //exibindo resultado
    13 while($dados = mysql_fetch_assoc($resultado)) {
    14 echo 'Nome: ' . $dados['nome_aluno'] . '<br/>';
    15 echo 'Idade: ' . $dados['idade_aluno'] . '<br/>';
    16 echo 'Curso: ' . $dados['curso_aluno'] . '<br/>';
    17 echo '<hr/><br/>';
    18 }
    19 ?>
    A função mysql_connect (linha 3) é utilizada para fazermos a autenticação no servidor de banco de dados. Seus parâmetros são os seguintes:

    mysql_connect("endereco_do_banco_de_dados", "usuario", "senha");

    Esta função retorna um identificador para a conexão criada, atribuimos então este valor para variável $conexao.

    A seguir temos a função mysql_select_db (linha 4), ela serve para selecionar o banco que queremos utilizar. Esta função tem a seguinte sintax:

    mysql_select_db("nome_do_banco", "identificador_da_conexao");

    Na linha 10 usamos a função mysql_query que recebe os seguintes parâmetros:

    mysql_query("comando_SQL", "identificador_da_conexao");

    Esta função pode executar qualquer comando SQL e retorna, no caso de um SELECT, os dados solicitados do banco e códigos de erro para outros comandos como o INSERT INTO. Veremos o tratamento de erros em um post futuro. Neste exemplo passamos o identificador da função, armazenado na variável $conexao, mas ele não é obrigatório.

    Na linha 13 imprimimos o resultado da consulta com o auxílio da função mysql_fetch_assoc. Ela retorna um array contendo uma linha da consulta (armazenado, no nosso exemplo, na variável $dados). Cada índice do array pode ser indexado pelo nome da coluna da tabela, ao invés do número da posição no array (por exemplo, 0, 1, 2, 3, ...). Esta é uma boa prática, pois, desta forma, temos certeza do valor que estamos utilizando. Podemos ver isso nas linhas 14, 15 e 16.

    Para a função mysql_fetch_assoc passamos apenas o resultset, que é o resultado da função mysql_query, armazenado na variável $resultado.

    Bom, espero que tenham gostado. Um abraço a todos =)

    CISCO – GUIA DE ESTUDO – MODELO DE REFERÊNCIA OSI [PARTE 1]






    Histórico e Motivação

    Para que criar um modelo?

    Bem para responder esta pergunta é preciso entender o contexto histórico em que ela foi apresentada. Em meados da década de 70 existiam diferentes fabricantes de equipamentos, o problema é que cada um destes tinha sua própria maneira de fazer a comunicação entre seus equipamentos, cada um deles desenvolvia seus próprios protocolos e os mantinham em sigilo. Esta situação criava uma dependência entre as empresas fornecedoras e seus clientes e muitas das vezes isto se tornava um grande problema; como por exemplo: Se uma empresa X optasse por um solução IBM (International Business Machines), uma empresa Y por uma solução DEC (Digital Equipment Corp., hoje HP) e posteriormente a empresa Y comprasse a X teria que levar em consideração o gasto com toda reestruturação da rede X uma vez que soluções IBM não se intercomunicava com as da DEC.

    Problema apresentado, então qual a solução? Para respondermos esta pergunta precisamos contemplar outro tema revolucionário, os padrões abertos. A definição do que vem a ser um padrão aberto de acordo com UNIÃO EUROPÉIA é:

    1. O padrão foi adotado e será mantido por uma organização sem fins lucrativos, e seu desenvolvimento contínuo irá ocorrer com base em um processo de tomada de decisão aberto e acessível a todas as partes interessadas (através de consenso ou decisão por maioria, etc.).
    2. A norma foi publicada e seu documento de especificação está disponível gratuitamente, ou através de uma taxa simbólica. Deve ser permitido a todos copiar, distribuir e utilizá-la gratuitamente ou a uma taxa simbólica.
    3. A propriedade intelectual, ou seja, patentes eventualmente presentes - do padrão (ou de partes dele) está disponível irrevogavelmente através de uma base livre de royalties.
    4. Não há restrições sobre a reutilização do padrão.

    Entendendo o que significa o termo “Padrão Aberto”, fica fácil formular uma resposta para nossa pergunta, uma vez que fabricantes sigam um padrão aberto os componentes estarão aptos a se comunicar e trabalhar de forma cooperativa para o funcionamento da rede e para isso a ISO (International Organization for Standardization) começou a desenvolver a pilha de protocolos do modelo de referência OSI (Open Systems Interconnection).

    De que forma o modelo soluciona o problema apresentado?

    O modelo OSI é um modelo de referência, ou seja, ele define de que forma dados gerados por uma aplicação em uma determinada máquina devem ser transmitidos através de um meio específico para uma aplicação em outra máquina [Marco A. Felippetti, pg 39].

    O modelo propôs uma padronização em como estes dados seriam transmitidos independentes do fabricante, entende-se assim que qualquer equipamento de rede fabricado com base no parâmetro de referência OSI estaria apto a se comunicar com outro fabricado dentro dos mesmos princípios. Sendo assim o exemplo acima teria uma solução simples caso tanto equipamentos da IBM quanto os da DEC fossem fabricados de acordo com o modelo OSI eles seriam capazes de se comunicar.

    Modelo OSI

    O modelo OSI é dividido em camadas sendo cada uma delas responsável por “uma” das tarefas para prover a comunicação entre dispositivos. Existe no modelo sete camadas, são elas:

    1. Aplicação (Application Layer) – Provê a Interface com usuário.
    2. Apresentação (Presentation Layer) – Trata da semântica, compressão/descompressão, criptografia e tradução dos dados.
    3. Sessão (Session layer) – Gerencia o “diálogo” entre as portas lógicas e mantém a separação dos dados de diferentes aplicações.
    4. Transporte (Transport Layer) – Provê a comunicação confiável (ou não) e executa checagem de erros antes da retransmissão dos segmentos.
    5. Rede (Network Layer) – Define e gerencia o endereçamento lógico da rede (ex. IP).
    6. Enlace (Data-Link Layer) – Acomoda os pacotes em “quadros” através do processo de encapsulamento. Detecta erros, porém não os corrige.
    7. Fisica (Physical Layer) – Responsável pela movimentação dos bits entre as pontas e pelas definição das interfaces, especificações elétricas e de pinagem dos cabos.


    Nos próximos posts vou falar de cada camada individualmente e detalhadamente. Pessoal, gostaria de lembrar que conhecer bem o modelo OSI e TCP/IP não é um diferencial para os profissionais da área e sim um pré-requisito. Este conhecimento é FUNDAMENTAL para a certificação da CISCO, por isso passaremos um bom tempo nessas duas pilhas de protocolos.


    Ronney de Paula da S.

    Tel: (27)9243-7752 - Claro / ronneyps@hotmail.com / ronney.serafim@gmail.com /

     
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