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Criptografia [3]: PGP - Pretty Good Privacy (Privacidade Muito Boa)
HISTÓRICO
Em 1991 o americano Phillip Zimmermman previu o crescimento dos computadores , bem como o incremento no seu uso para troca de mensagens. Preocupado com possíveis violações aos direitos de privacidade desses usuários, Phill desenvolveu o PGP, um sistema de encriptação híbrido.
Logo o programa espalhou-se pela internet e como a exportação de softwares criptográficos sem autorização do governo é vetada pela lei americana, Zimmermman foi investigado durante 3 anos. Provou-se ao final do processo que uma terceira pessoa não identificada fora a responsável pela distribuição indevida do programa e Zimmermman foi inocentado.
O programa passou a ser legalmente distribuído através de livros publicados com as novas versões de seu código-fonte, já que a legislação americana não considera o código impresso como um programa. (Nesse caso, temos aí uma boa utilização das brechas da lei =P)
Zimmmermmann fundou a PGP Inc. e em 1996 passou a comercializar o programa. Posteriormente a companhia foi comprada pela McAfee que perdeu o interesse pelo software e o repassou a uma nova empresa.
Pode-se encontrar uma versão livre para implementação chamada GPG (GNU Privacy Guard), baseado no OpenPGP (RFC4880).
COMO FUNCIONA
Como um método híbrido de encriptação, o PGP combina desempenho e segurança na transmissão de dados.
O primeiro passo é a compressão de dados. Isso agiliza a transmissão e aumenta a segurança da cifra, já que dificulta a identificação de um padrão encontrado nas mensagens originais que pode facilitar a quebra da cifra.
No segundo passo do processo é criada o que chamamos de chave de sessão, que é gerada uma única vez. A session key corresponde à criptografia com chave privada e é composta por um número aleatório.
Temos então uma espécie de mensagem encriptada em 1ª versão. Essa versão inicial será agora encriptada com a chave pública do destinatário da mensagem, e levará em seu conteúdo a session key criada anteriormente.
No processo de desencriptação o destinatário da mensagem utiliza a sua chave privada para acessar os dados encriptados na geração da session key do remetente. A session key é então utilizada para recuperar a mensagem original.
A repetição de alguns termos pode parecer confusa mas uma leitura com mais calma facilita a visualização do processo.
Próximos assuntos: assinatura digital, certificação digital e hash
Abçs =)
Criptografia [2] : Chaves Simétricas e Assimétricas
Olá!
Continuando o assunto Criptografia iniciado aqui, vamos conhecer um pouco sobre Chaves Simétricas e Assimétricas.
As chaves simétricas
A criptografia simétrica é computacionalmente menos custosa e mais rápida e, portanto, é mais indicada para grandes quantidades de dados.
Isto se deve ao fato de que aos algoritmos para esse tipo de criptografia são mais simples, visto que apenas uma chave é utilizada para criptografar e descriptografar os dados.
Essa agilidade leva a um problema de gerenciamento de segurança porque todas as partes envolvidas no processo precisam conhecer a chave de criptografia, que é a mesma para crip/descrip. E no tocante ao gerenciamento de chaves criptográficas, o processo inclui a geração, a distribuição, o backup, a nova geração e o ciclo vital da chave. E é nesse ponto de distribuição que pode ocorrer o incidente, já que todas as pessoas que necessitam dos dados requisitam o acesso à chave.
Esse tipo de criptografia fornece permissão para dados criptografados. A segurança no tocante ao acesso devido à chave é razoável. Porém, a criptografia simétrica não oferece não-repúdio. Qualquer pessoa pode enviar uma mensagem se passando pelo dono da chave.
Os algoritmos utilizados incluem RC2(128bits), 3DES(Padrão triplo de criptografia de dados) e AES(Padrão de criptografia avançada).
As chaves assimétricas
Em uma comunicação 1/1 a chave simétrica cai como uma luva. Mas como ficaria em uma comunicação 1/N (1 para vários) ?
Os dados enviados poderiam ser descriptogrados por qualquer pessoa que tivesse acesso à chave, mesmo que não fosse o destinatário original, ou ainda qualquer um poderia enviar mensagens como sendo o dono da chave.
A chave assimétrica resolve esse tipo de problema porque são utilizadas duas chaves distintas: uma para criptografar e outra para descriptografar. Uma é a chave pública, que é distribuída para todos, a outra é a chave privada, que deve permanecer em sigilo.
Ao enviar uma mensagem, utiliza-se a chave pública do destinatário para criptografá-la com um algoritmo de chave assimétrica. Essa mensagem só pode será descriptografada com a chave privada do destinatário, o que garante que o seu conteúdo seja acessado apenas detentor da chave.
A criptografia assimétrica assegura, assim, a confidencialidade das mensagens.
Se pensarmos um pouco mais, chegaremos à conclusão que outros quesitos relacionados à segurança não podem ser atendidos apenas com esse tipo de criptografia. A confirmação da origem real da mensagem bem como a integridade dos dados transmitidos, são aspectos importantes do gerenciamento de segurança não contemplados durante esses processos de crip/descrip. Soluções para esses casos serão abordadas futuramente.
Abçs =)
Os nomes das grandes companhias
Vamos aprender com os grandes! =P
Bill Hewlett e Dave Packard decidiram no cara-ou-coroa como a empresa que fundaram seria conhecida: Hewlett-Packard ou Packard-Hewlett.
Jonathan Swift, autor de Viagens de Gulliver, é o criador desse termo. Na estória de Gulliver o termo é utilizado referindo-se à pessoas tão desagradáveis e repulsivas que mal pareciam humanas.
Jerry Yang e David Filo, fundadores do Yahoo!, escolheram esse nome por considerarem-se os próprios, como Yahoos.
Até a criação da Xerox as cópias eram, em sua maioria, úmidas. Utilizando a raiz grega ‘xer’, que significa seco, o inventor Cheston Carlson batizou seu invento que apresentava cópias secas, obviamente.
A Sun foi fundada por quatro amigos da Universidade de Stanford. É a sigla para Stanford University Network.
Origem latina na palavra ‘sonus’, que significa som, e uma gíria que os americanos utilizam referindo-se a um jovem brilhante.
Referência Salarial da Área de TI
Configurando interface de rede e criando rede sem fio no ZeroShell
Documentação do NRPE em português
O NRPE (Nagios Remote Plugin Executor) é um complemento para o Nagios que permite o monitoramento de máquinas Linux e suas variantes UNIX.
Trata-se do método mais utilizado entre administradores de redes para monitorar sistemas Linux/Unix remotos utilizando o Nagios.
Sendo esta a primeira versão em português da Documentação do NRPE, a ser lançada diretamento no site do Nagios, trata-se da primeira entre as muitas contribuições que espero fazer ao projeto, inclusive a tradução da documentação completa do Nagios (Projeto Iniciado).
Disponibilizo, em primeira mão aqui no Beagle, a Documentação do NRPE em sua versão em português, traduzida e atualizada para uso no Ubuntu Desktop 9.10 e Ubuntu Server 8.04.
A documentação também já está no site oficial do Nagios, clique aqui para visitar.
Abraço a todos.
Documentação NRPE pt_br - por Adriano Vieira é licenciada sobre uma Creative Commons Atribuição-Uso Não-Comercial-Compartilhamento pela mesma Licença 3.0 Brasil License.
Minicurso Comandos Básicos em Linux
Google buzz... a nova aposta da google
A princípio, com o lançamento do Google Wave, a gigante dos serviços web pareceu ter perdido a onda, visto que boa parte dos usuários ainda não viram usabilidade na ferramenta que, por hora, parece ainda ser só uma "ondinha". Porém Bradley Horowitz, vice-presidente de produtos da empresa, acaba de anunciar a nova ferramenta da Google: O Google buzz
O Google buzz pode ser integrado ao Gmail, basta ter uma conta no Gmail para usar a ferramenta, que aparece como um link na barra lateral, como na figura abaixo:
Muito parecido com a famosa ferramenta Twiter, o Google Buzz tem basicamente o mesmo propósito, porém com aquele "toque Google", caracteristico da empresa.
As 5 caracteristicas do Google buzz:
1) Auto following: Pessoas com quem você trocou ou troca emails são adicionadas automaticamente como contatos. Isso já acontece com o Gtalk.
2) Compartilhamento rápido: com a integração com o YouTube, Picasa, Flickr, Google Reader, Twitter e Google Chat, fica mais fácil compartilhar vídeos, fotos, feeds e recados. É possível até usar o “reply” do Twitter, com @ e tudo. =D
3) Opções de Compartilhamento: é possível compartilhar vários tipos de conteúdo e definir se eles serão públicos ou exclusivos aos seus contatos. Você também pode definir um grupo de contatos separado dos contatos convencionais.
4) Integração com a caixa de entrada: o que é postado no Buzz, volta para você em formato resumo por email. E o melhor, você pode continuar a conversa pela sua caixa de entrada.
5) Só coisas boas: o usuário pode usar o Buzz para aprovar ou não uma mensagem de um contato. Logo abaixo da mensagem há um botão para “gostar” ou não. Além disso, o próprio serviço recomenda postagens interessantes que combinam com você.
Curtam sua nova forma de Rede Social galera... essa parece que veio para ficar.
Abraço a todos,
Adriano Vieira


















